ARETÉ

12.09.2026 -

Oficina de Zeibékiko

O Núcleo de Dança da Areté oferece a Oficina de Zeibékiko, conduzida por Paulo e Selma Sertek, no dia 6 de outubro, terça-feira, das 20h às 21h30.

O zeibékiko é uma das mais antigas tradições coreográficas da Ásia Menor. Para dançá-lo, basta estar só. Ao som das canções chamadas rebétika, a dança começa com movimentos circulares lentos e pesados, que gradualmente vão se tornando mais complexos. O dançarino curva-se para pegar uma taça de vinho que está no chão e balança a cabeça ou morde a mesa, levantando-a enquanto dança.

O zeibékiko é o grande representante do Rebétiko, até os nomes se confundem. É possivelmente originado das comunidades rurais do Zeibéks (ou zeibékides – Ζεϊμπέκηδες), um grupo étnico minoritário (de origem Trácio-frígia) das populações da costa do Mar Egeu (de Aidíni, Prússa e Smírna). Seu ritmo é o 9/8 e o número de passos da forma mais comum são 11.

O Karsilamás é encontrado sob diversas formas em outras regiões (Trácia, Macedônia e nas ilhas costeiras vizinhas como Chios, Mitilini, Limnos, Samos etc). Seu ritmo é de 9 tempos musicais (predominantemente 2+2+2+3). Dança de 8 passos, livre e de par em que os dançarinos ficam face a face, daí também ser conhecida por Antikristós (Αντικρυστός, do verbo αντικρίζω: encarar ou estar face a face, o mesmo que karsí, do turco).

Aparentado do Zeibékiko e do Karsilamás, também com ritmo de 9 tempos, o Aptáliko tem também seus passos (9 passos) mais “aproximados” (um do outro) que o Zeibékiko. Seu nome pode estar ligado ao nome da cidade Aptália, mas é predominante a versão que o relaciona à turca aptal, que significa “tonto” ou “aquele que tropeça”, o que corresponde muito bem à forma como é dançada.

Antigamente não tinha passos específicos e baseava-se na improvisação dos bailarinos, de acordo com o treino rítmico, que é o caso da maioria das danças livres. Sua sequência de passos atual pode ter se consolidada principalmente nas últimas décadas, pelo motivo da prática de ensino da dança.Foi dançado em grande parte na área de Esmirna, tendo chegado em outras áreas, como a cidade costeira de Aivalí, ao norte de Esmirna, no interior da Ásia Menor, como na Capadócia e, mais tarde, passa a ser dançada também no Dodecaneso, Macedônia, Trácia, mas principalmente no nordeste do Egeu, chegando até Lesbos.

Público-alvo: Aberto a todos que queiram aprender dança grega.

Oficina presencial
6/outubro (3a feira)
20h às 21h30
Investimento:
R$ 30

Endereço: Rua Simpatia, 257

Inscrições: (11) 97454-0369 (Selma Sertek)

Informações:
Celular: (11) 97113-0660
Whatsapp: https://bit.ly/WhatsappAreté

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Paulo e Selma Sertek são dançarinos e coordenadores do grupo Zorbás de danças gregas, fundado em 2004. Foram dançarinos e coordenadores do grupo Neolea de danças gregas, vinculado à Coletividade Helênica de São Paulo. Professores de danças em aulas e oficinas do Centro Kaváfis de Cultura Helênica em 2008 e desde 2011 realizam esse trabalho junto à Areté. Suas formações em danças gregas ocorreu na Grécia e no Brasil:
– Paulo pelo Centro de Danças Tradicionais “Bakxes”, com o professor Αποστόλης Κωνσταντίνος Τάκης (Apostólis Konstantínos Tákis) em 2000 e 2001;
– Paulo e Selma em Curso promovido pelo SAE – World Council of Hellenes Abroad, com os professores Kostas Tsonis e Elena Papastergiou, em 2010;
– Paulo e Selma em aulas na escola da Prefeitura de Atenas (Leste) – município de Αχαρνών (2011) com o professor Αχιλλέας Νταγιάντας (Aquiléas Daghiándas), com o Grupo de danças folclóricas “Ο Κόκκινος Μύλος”.
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contato
Areté – Centro de Estudos Helênicos
e-mail: secretaria@arete.org.br
whatsapp: https://bit.ly/WhatsappAreté
tel: (11) 3032-3939  | (11) 97113-0660

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